Para pensar!

Pensem e repensem,
Na dor,
Nos dissabores,
Dos entes que os amam,
Pensem,
Repensem,
E lutem para mudar,
Pois os que vós amais,
Sofrem com a falta,
De equilíbrio,
De vós,
Os que não querem evoluir,
Pensem,
Repensem,
No mal,
Em todo mal,
Que causam,
Com as vossas,
Teimosias,
Com a falta de acréscimo,
Que habita em vós,
Meus amados,
Se não querem mudar por vós,
Mudem pela corrente,
De amor,
Que abrange todos nós,
Uma corrente em torno de vós,
Torcendo por vós,
E vós ali,
Sem querer mudar,
Alheio ao chamado da luz,
Pensem nas lagrimas,
Dos que lhe amam,
E torcem por vós,
Pensem,
E repensem,
Em tudo,
Tire de ti,
O desamor,
O desafeto,
A querer ser melhor,
Do que a luz,
Pensem,
Repensem,
Que você pode mudar,
Pensem,
Repensem,
Em suas vidas passadas,
Inglórias vidas,
E nós sempre ali,
A querer lhe ajudar,
Sempre e sempre,
Um ajudar,
E um acreditar,
Pensem,
Não está na hora de mudar,
De me elevar,
Para um caminho de flores,
Pense nas flores,
Nas cores,
Pense,
Eu quero,
Eu posso,
De hoje em diante,
Caminhar de mãos dadas,
Com a corrente,
Do saber amar,
Pense,
Repense,
E começa a mudar,
Por ti,
Por nós,
Pelos acertos,
Pelos direitos e deveres,
Que lhe chamam a galgar,
Os degraus,
Do amadurecimento,
Os degraus,
Que nos conduz,
As moradas superiores,
E nos envolvem,
E nos permitem,
Querer caminhar,
Servindo,
Ao Mestre Maior.

João.
Mensageiros do Amor.
Médium responsável.
Nirvana Maria.

 

Nirvana Maria Amaral mora em Ribeirão Pires, é escritora e pintora espirita, psicógrafa desde 2005 com Ajuda dos Mensageiros do Amor. Autora do livro AH! SE EU PUDESSE FALAR.

Contato: nirvanaamaral@gmail.com ou www.facebook.com/nirvanamaria.amaral

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Futebol em resumo

Seis de dezembro de 2015. Mais um ano acabou, pelo menos o ano esportivo chegou ao fim, com o término do Campeonato Brasileiro. O Corinthians sendo o vencedor com todos os méritos, depois da conquista do Santos, no Paulistão do início do ano, e o Palmeiras fechando a temporada vencendo o mesmo Santos, que saíra vencedor na final do campeonato estadual, e agora é derrotado na final da Copa do Brasil.

O São Paulo tem tudo para riscar 2015 da memória. Com escândalos de ordem político-administrativo, o Tricolor suou sangue, e no final da temporada ainda conseguiu classificar-se à Libertadores. No final das contas, uma espécie de premiação a um clube que ao longo da temporada, cometeu muitos erros e se envolveu em escândalos, ainda não esclarecidos. É preciso que tudo seja colocado em pratos limpos. E rápido.

E por falar em escândalos, as duas entidades que controlam o futebol se viram envolvidas neles. Primeiro a FIFA, e posteriormente a CBF, com o presidente José Maria Marin preso desde a metade do ano em solo norte-americano, isso porque há menos de um ano o mesmo Marin fora o Presidente do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo do ano passado. Algo inacreditável no mundo dos negócios, mas perfeitamente plausível se nos atentarmos à sujeira que ronda os bastidores do futebol.

Dentro de campo, a Seleção não convenceu, e também não venceu. Foi desclassificada da Copa América mas segue vivo nas Eliminatórias para a Copa de 2018 na Rússia. Se fosse criar um slogan para a seleção brasileira, o mesmo seria escrito dessa forma: “aprecio sem empolgação”. Depois dos 7 a 1, o alento para a seleção brasileira ainda não aconteceu.

Vasco da Gama rebaixado mais uma vez, um grande clube, apresentando um futebol pequeno, e uma organização ainda menor, com planejamento falho, e com consequências tristes a seu torcedor. O ponto positivo no futebol brasileiro é o Corinthians, o time que fora eliminado da Libertadores, mas apresentou muita regularidade e um futebol muito competente, conquistando mais uma vez o campeonato brasileiro. Tomara que a temporada atual sirva de combustível para que o país tenha uma conquista inédita, após o fiasco da Copa do Mundo disputada em casa: a conquista da medalha de ouro, na inédita olimpíada que será disputada em território nacional, na cidade do Rio de Janeiro. Que assim seja e que os deuses do olimpo, abençoem o futebol brasileiro.

Ivan Marconato é jornalista pela FMU-SP e pós graduado em Letras pela Unibam. Trabalhou em empresas de comunicação como a NET, na qual escrevia para o Jornal Em Foco. Foi finalista do Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo em 1999. Desde 2008 até os dias atuais escreve para a Revista Visão, publicação trimestral da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo. Contato: ilmrocha@yahoo.com.br

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Vale!

Vale,
Valeu a pena,
Acreditar que tudo,
Iria acabar,
Valendo a pena,
Sempre será assim,
Um patamar,
De acréscimos,
De valores,
De doação,
E tudo irá valer a pena,
Por mais aflitivo que seja,
Os frutos um dia,
Irão amadurecer,
Então nós dizemos,
Valeu a pena,
Lutas de séculos,
Devaneios, crimes,
Nos manuscrito do tempo,
E o tempo ali,
Empedernido,
Aflito,
E os ponteiros do tempo,
Marcando aflito,
Que o tempo se faz ausente,
Faz-se eloquente,
Numa solução,
E numa aflição,
De dor,
De desespero,
O tempo de dor,
Posicionou-se,
E irá marcar outros, tempos,
Tempos que diremos,
Que por tudo,
E com tudo,
Valeu a pena,
Sempre seremos,
O olhar meigo,
A flor a receber,
E a doar amor,
Sempre seremos um porvir,
Um alento,
Um crescimento,
Um acreditar,
Que tudo um dia,
Far-se-á alegria,
A alegria do amor,
A alegria de acreditar,
Que tudo irá,
Valer a pena,
Por isto eu digo,
Sorriam,
E tenham sempre dentro,
De vossas almas,
Acertos,
Compreensão,
Paciência,
Porque no pendulo do tempo,
Haverá um dia,
Que tu iras sorrir,
E iras permitir a ti,
Aliviar-te do fardo,
Dos que não querem evoluir,
E assim como num rompante,
Tudo termina,
E tu te sentiras em gloria,
Glorificado,
Pois tu foste capaz,
Vós fostes capazes,
De dizer que todo,
Sacrifício,
Todo tempo,
Tempo não de perdas,
Tempo de que,
Valeu a pena,
E uma paz,
Irá lhe envolver,
Uma paz de alivio,
Uma paz de conforto,
Uma paz,
Paz de que tudo,
Valeu a pena.

Zú, Tatá e Função (mulher)
Mensageiros do Amor.
Médium responsável.
Nirvana Maria.

Nirvana Maria Amaral mora em Ribeirão Pires, é escritora e pintora espirita, psicógrafa desde 2005 com Ajuda dos Mensageiros do Amor. Autora do livro AH! SE EU PUDESSE FALAR.

Contato: nirvanaamaral@gmail.com ou www.facebook.com/nirvanamaria.amaral

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Título decidido, emoção garantida!

Há quem defenda a volta dos jogos em mata-mata ao Campeonato Brasileiro. Seu principal advogado é, sem dúvida nenhuma, a Rede Globo de Televisão, a empresa de mídia que injeta milhões de reais nas contas da CBF, que a bem da verdade, já estão bem cheias. E sempre nessa época do ano, o assunto volta às páginas de mídia esportiva, com a pergunta clássica: playoffs finais ou pontos corridos?

Eu me lembro dos campeonatos brasileiros decididos de maneira eliminatória. Não dá para negar que, a emoção esteve presente em quase todos eles. No último ano de sua realização, em 2002, o torneio nacional de futebol revelou um dos times mais sensacionais no futebol brasileiro. O Santos, de Diego e Robinho, formado por Émerson Leão, que bancou a juventude em seu elenco de jogadores, recusou contratações milionárias, e no final do ano, recebeu a premiação com a conquista do título brasileiro. Entretanto, dos oito finalistas daquela competição, o Santos foi o pior colocado na tabela. E no final da competição, terminou campeão brasileiro. A pergunta que fica é: o título foi justo?

Muricy, multi campeão, está apalavrado com o Flamengo

Muricy, multi campeão, está apalavrado com o Flamengo

Difícil resposta, mas no ano seguinte, a mesma equipe formada por Leão, chegou à final da Taça Libertadores. Perdeu para o Boca Júniors, e dois anos depois, em 2004, já sem Leão no comando, venceu novamente o Brasileirão, mas desta vez com o sistema de turno e returno com pontos corridos no seu segundo ano consecutivo de aplicação no futebol brasileiro. E será que a conquista de 2004, foi mais justa do que a de 2002? Resposta prá lá de complicada, mas os dois títulos estão na galeria santista.

Há um tempo, escrevi sobre o tema neste mesmo espaço. E o questionamento que a ponderação tinha em seu título não poderia ser outro: justiça ou emoção? Creio que a própria disputa no Brasileirão desse ano serve de argumentação para responder. Afinal de contas, o campeonato mesmo com o Corinthians mostrando superioridade em toda a competição, mostrou emoção às outras torcidas. Principalmente no que se refere aos clubes classificados à Libertadores, à Copa Sul-Americana, e também com relação à zona de rebaixamento. Com todas essas nuances, e também com emoção garantida, será que exista alguém que ainda defenda a volta do mata-mata ao Brasileirão?

Ivan Marconato é jornalista pela FMU-SP e pós graduado em Letras pela Unibam. Trabalhou em empresas de comunicação como a NET, na qual escrevia para o Jornal Em Foco. Foi finalista do Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo em 1999. Desde 2008 até os dias atuais escreve para a Revista Visão, publicação trimestral da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo. Contato: ilmrocha@yahoo.com.br

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Cavalo, areia, mar, deserto…

Cavalo, areia, mar, deserto,
E um cavalgar solitário,
Sempre eu num solitário,
Cavalgar,
Nas areias escaldantes do deserto,
A querer me encontrar,
A querer me achar,
Querer,
E um querer dentro de mim,
Um querer ser feliz,
E a felicidade onde está?
E eu a cavalgar com meu único,
Amigo,
Meu único elemento,
Meu amigo Aloan,
E a felicidade longe,
Sempre longe de mim,
No meu peito,
No meu jeito,
De ser de olhar,
As estrelas, o céu, o mar,
E o ar, e eu a procurar,
A ser melhor,
Um choro,
Uma lagrima na face,
Sempre na face uma lagrima,
Quente,
E eu o cavaleiro solitário,
Dos mares,
Das areias,
No ar,
Um condor,
A cruzar os ares,
E eu a acompanhar o seu voo,
A levar alimento aos seus,
E eu ali sem ninguém,
A esperar,
E o não esperar ninguém,
Ninguém a esperar,
Monto em Aloan,
E partimos,
Sempre uma partida,
Sem saber aonde ir,
Só o partir,
Sempre o partir,
De mim o partir,
Sem saber para aonde ir,
E porque ir,
Uma saudade me invade,
Saudade,
No peito um grito,
Uma raiva, neste grito,
O porquê disto,
O porquê da dor,
O porquê da angustia,
E eu grito,
Porque Pai dos aflitos?
Porque desta prova,
Deste grito,
Porque Mestre?
Por quê?
Resposta em um grito,
De uma águia,
Num topo de uma arvore,
Arvore seca,
Sem vida,
Sem seiva,
Assim como eu,
Sem a seiva,
Da alegria,
E eu ali comigo, só comigo,
Sei que terá de ser assim,
Sei que é uma prova,
E eu ajoelho,
Nas areias escaldantes,
Do deserto,
E grito Pai,
Se apiedes de mim,
Uma brisa sopra,
E as areias do deserto se movem,
A levantar uma nuvem,
E da nuvem,
Um rosto de mulher,
De mim conhecido,
Do fundo me minha alma,
Da nuvem da areia, um rosto de mulher,
A me induzir,
A dizer,
– Filho siga em frente,
Uma prova de solidão,
Eu já cumpri a minha,
Agora é tua vez,
Mas não temas,
Sempre estarei presente,
A lhe induzir, a lhe seguir,
A lhe projetar força,
Filho,
Primogênito meu filho,
E o tempo passando,
O tempo,
E eu envelhecendo,
Com o tempo,
E o tempo me consumindo,
E já sem força,
Um ancião,
Habita em mim,
Mas eu cumpri,
Minha missão,
Consegui,
E a morte chega,
A matéria ali inerte,
A alma sai do corpo,
E junto a mim,
O rosto de uma mulher,
A me dizer,
-Venha filho, meu filho,
Tu conseguiste,
Venha comigo,
Iremos partir,
Cruzar os mares,
As montanhas,
A solidão fica,
Tu venceste a solidão,
Venha,
E partimos,
Longe bem longe dali,
Eu havia conseguido,
Eu consegui.

Northon.
Mensageiros do Amor.
Médium responsável.
Nirvana Maria.

Nirvana Maria Amaral mora em Ribeirão Pires, é escritora e pintora espirita, psicógrafa desde 2005 com Ajuda dos Mensageiros do Amor. Autora do livro AH! SE EU PUDESSE FALAR.

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O exemplo e a vergonha

Não é de hoje que eu já havia afirmado: o Corinthians seria, mais dia menos dia, o Campeão Brasileiro de 2015. O Fato se consumou na última quinta-feira, quando o Corinthians, fora de casa, empatou com o combalido Vasco da Gama, que nem bem foi promovido à série A em 2014, luta para não ser rebaixado novamente na próxima temporada.

Escrever sobre a campanha corintiana, a competência do técnico Tite e do esquema e do estilo de jogo alvinegro já virou clichê. O time corintiano sobrou em todo o campeonato. Oitenta pontos ganhos. Trinta e seis jogos, vinte e quatro vitórias, oito empates, e, apenas quatro, quatro derrotas. Setenta gols marcados, vinte e oito sofridos, saldo positivo de quarenta e dois gois, com nada menos que setenta e quatro por cento de aproveitamento no Brasileirão. Um exemplo a ser seguido.

E depois do exemplo, a vergonha: Como um time do tamanho do São Paulo Futebol Clube passa toda a temporada de 2015 sem vencer nenhum clássico? Eliminado de todos as competições que disputou, e ainda contentar-se em ficar entre os quatro primeiros no Brasileirão, para disputar a Libertadores em 2016. Será que o torcedor são-paulino se contenta com isso.

Contentamento não é bem a palavra. Afinal mesmo entre os quatro primeiros do Brasileirão, com 52% de aproveitamento, a torcida não está nada satisfeita. Escândalos administrativos, bagunça da cartolagem, quatro técnicos no ano e jogadores completamente não comprometidos com o tamanho e com a história do clube. A consequência dessa bagunça, veio dentro do campo. 6 x 1 para o Corinthians, no jogo imediatamente posterior à conquista do título. Vergonha tricolor em 2015. E pelo que observo no clube, com dirigentes passivos e não dispostos a mudar o estado de coisas, prepare-se torcedor tricolor: nos próximos anos, o sentimento será somente a vergonha, quando o Tricolor Paulista entrar em campo.

Ivan Marconato é jornalista pela FMU-SP e pós graduado em Letras pela Unibam. Trabalhou em empresas de comunicação como a NET, na qual escrevia para o Jornal Em Foco. Foi finalista do Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo em 1999. Desde 2008 até os dias atuais escreve para a Revista Visão, publicação trimestral da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo. Contato: ilmrocha@yahoo.com.br

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Véus

Véus,
Eu e meus véus,
Véus,
E eu coberta por eles,
Véus de segredos,
Véus,
Véus de amor,
Amor por todos,
Véus,
De compaixão,
De caridade,
De igualdade,
Véus de alentos,
Véus de segredos,
E minha alma,
Ali com meus segredos,
Segredos que me preenchem,
Que me alegram,
Véus de renuncia,
Véus de descobertos,
Véus dos alheios,
Véus e eu ali,
Vendo,
O que vai à alma dos,
Que me cercam,
Mas não posso,
Descobrir os véus,
E os véus,
Os amores,
E as dores,
Cobertas por desesperanças,
E num rompante,
Atrevo-me a ir,
Além, bem além,
Do que alguém pode alcançar,
Para visualizar,
E fico triste com,
Que vejo,
Nas pessoas próximas a mim,
Vejo ciúmes,
Inveja,
Intolerância,
E me calo,
Mas choro por eles,
Véus de transtorno,
Véus de indulgências,
Loucuras,
Falta de crescimento,
Imaturidade,
Véus e eu coberta pelo véu,
Da caridade,
Da amargura,
De não poder fazer,
Nada por eles,
Véus,
E eu me pergunto,
Por quê?
De tantos desacertos,
Por quê?
De tanto desconforto,
Eu e meus véus,
Lagrimas, angustias,
Véus,
E um a um,
Cai diante de mim,
E diante de mim os sete véus,
De desdobramento,
Sete véus,
E eu aqui, ali,
A procurar,
A entender,
O que não posso entender,
E chamo por ele,
Pai venha em meu socorro,
Pai de segredos,
Meu e dele,
Pai meu pai,
Ajude-me,
Ilumine-me,
Pai me cubra a mim,
E a todos com,
Os véus de caridade,
Amizade,
Igualdade,
Pai me ajude,
A ajudar,
A entender,
A crer que tudo irá melhorar,
Pai me ajude,
A mim e a todos,
E os meus,
Deixe-os,
No lugar que ninguém,
Possa alcançar,
Véus meus,
Meus véus.

Função (Mulher)
Mensageiros do Amor.
Médium responsável.
Nirvana Maria.

Nirvana Maria Amaral mora em Ribeirão Pires, é escritora e pintora espirita, psicógrafa desde 2005 com Ajuda dos Mensageiros do Amor. Autora do livro AH! SE EU PUDESSE FALAR.

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No meio do caminho…

Drummond que me perdoe, e Vinicius de Moraes também. Aliás, também devo pedir desculpas ao Abelardo Barbosa, o Chacrinha, aquele cuja afirmação “nada se cria, tudo se copia”, tornou-se uma máxima. E vou usar esse texto, copiando todos eles na maior cara de pau – usando e abusando dos clichês para dizer que “no meio do caminho” havia uma Seleção Brasileira, e havia uma Seleção Brasileira “no meio do caminho”.

Marcelo Andrade, jornalista, empresário da comunicação e amante da arte e da valorização do dom do brasileiro, me deu uma bronca na semana passada, antes do jogo do Brasil contra a Argentina, pelas eliminatórias da Copa de 2018, na Rússia. Marcelo brincou comigo dizendo que eu torceria contra a Seleção Brasileira, após um post meu no facebook, afirmando que eu teria dormido antes do jogo, e não ter sido alertado por minha mãe na hora da partida, tudo por conta do adiamento para o dia seguinte, por conta de fortes chuvas que deixaram o gramado do Estádio Monumental de Nuñes, em Buenos Aires, em petição de miséria. Impraticável para o jogo.

O fato é que Brasil e Argentina fizeram, na medida do possível, um bom jogo, empatando em 1 a 1. Na próxima terça-feira, o Brasil receberá o Peru. E desde então, por conta de tais partidas, o Campeonato Brasileiro, principal competição de futebol do país, parado, sem jogos, isso mesmo que a base da seleção brasileira seja formada por jogadores que nem atuam nos clubes daqui. Está certo que o líder, o Corinthians, tem vários jogadores na Seleção (Cássio, Gil, Elias, Renato Augusto), e será que mesmo com o Timão nadando de braçada no Brasileirão, tais atletas fariam falta ao time? Acho que não, mas a essa altura do campeonato, a seleção, no meio do caminho, atrapalha, e muito o Brasileirão.

Ivan Marconato é jornalista pela FMU-SP e pós graduado em Letras pela Unibam. Trabalhou em empresas de comunicação como a NET, na qual escrevia para o Jornal Em Foco. Foi finalista do Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo em 1999. Desde 2008 até os dias atuais escreve para a Revista Visão, publicação trimestral da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo. Contato: ilmrocha@yahoo.com.br

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Decréscimo

O decréscimo e,
O acréscimo,
Trazendo em nós tempos,
Entre os nossos decréscimos e,
Nossos acréscimos,
E nós ali,
A olhamos para dentro de nós,
De fato que temos mais em nós,
Acréscimos,
Que nos transpõe em amor,
E nos enche de orgulho,
Ou decréscimos,
Que nos faz refletir,
Em nossos egoísmos,
Em nossas lutas,
Inglórias,
Ah! A inglória das lutas,
Batalhas perdidas,
Que nos faz redimir,
Faz-nos querer evoluir,
E entre decréscimos e acréscimos,
Contribuímos a nós,
Só a nós,
Fazermo-nos melhor,
Elevarmo-nos,
Em querer dar de nós,
O melhor a nós,
Pois quando temos,
A consciência,
Que deixamos de evoluir,
Por motivos banais,
Envergonhamo-nos,
E que tenhamos,
A humildade,
A capacidade de refletir,
Os nossos erros,
Os nossos defeitos,
Pois a nossas almas,
Precisam ser lapidadas,
Forjadas a ferro,
Até que um dia,
Sairemos vencedores,
Da luta,
Da evolução,
Que é uma luta,
Em nós,
Uma luta contra os decréscimos,
E que saibamos,
Crescer e crescer,
E se erramos,
Que tenhamos a modéstia,
De dizer a nós,
Nós alma,
Tu erraste,
Tu feriste a ti,
Com seus decréscimos,
Então ordena a tua alma,
A seguir com os acréscimos,
Que irão elevar-te,
A querer mudar,
A querer transformar,
Então a todos vós,
Um conselho,
Meus amados,
Sejam vencedores,
Na longa escalada,
Da evolução da alma,
A todos um novo amanhecer,
Novas oportunidades,
Novos horizontes,
Novos tudo,
A favor do acréscimo.
A todos um grande amor.

Mauro.
Mensageiros do Amor.
Médium responsável.
Nirvana Maria.

Nirvana Maria Amaral mora em Ribeirão Pires, é escritora e pintora espirita, psicógrafa desde 2005 com Ajuda dos Mensageiros do Amor. Autora do livro AH! SE EU PUDESSE FALAR.

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Glória e desespero

Não vou iniciar a coluna com a chatice de alguns cronistas esportivos, mas é impossível não deixar de recordar sobre o que escrevi, nesse mesmo espaço para os leitores do Projeto ArtenoMovimento. Na coluna escrita em 21 de setembro eu cravei: “Faltam somente onze rodadas para o término do Brasileirão, e eu ouso a afirmar que: somente uma tragédia tira do Corinthians, o título de campeão brasileiro de 2015”

Depois do jogo de ontem contra o Atlético Mineiro, vice-líder do Campeonato Brasileiro, a afirmação de dois meses atrás fica ainda mais clara. Agora, faltando cinco rodadas para o término do Brasileirão, ou seja, quinze pontos em disputa, e a diferença do Corinthians para o Atlético subiu ainda mais, depois do chamado jogo de seis pontos. Agora, a vantagem corinthiana é de onze pontos.

Vale ressaltar mais uma vez a disposição tática, a liderança e o comando do técnico Tite, que lidera, e a meu ver também conquista o campeonato brasileiro de 2015 com todos os méritos. Mas enquanto o Alvinegro Paulista vive a glória, outro gigante do futebol brasileiro, vive momentos de desespero, faltando ainda cinco rodadas para o término do Campeonato.

É o caso do Vasco da Gama, que depois do rebaixamento em 2013, jogou a série B no ano passado, e pode retornar à segunda divisão em 2016. Desespero para seus dirigentes, comissão técnica, elenco de jogadores, e principalmente, os torcedores. A campanha neste Brasileirão é horrorosa. Em 33 partidas, o Vasco venceu apenas 7, empatou 9 e perdeu outras 17 partidas. Fez 22 gols, levou 52 e tem saldo negativo de 30 tentos. Aproveitamento inferior a 30%.

Uma performance absolutamente vergonhosa para um clube que já foi campeão brasileiro 4 vezes. E para este que vos escreve, com a disputa na parte de cima da tabela já definida a favor do Corinthians, a briga maior está na parte inferior da tabela de classificação. Ou seja, o Vasco, na última colocação, e faltando cinco rodadas para o final do campeonato, conseguirá manter-se na série A em 2016?

Ivan Marconato é jornalista pela FMU-SP e pós graduado em Letras pela Unibam. Trabalhou em empresas de comunicação como a NET, na qual escrevia para o Jornal Em Foco. Foi finalista do Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo em 1999. Desde 2008 até os dias atuais escreve para a Revista Visão, publicação trimestral da Primeira Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo. Contato: ilmrocha@yahoo.com.br

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