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SEM VOCÊ

A poesia quando morre leva embora um passado. O futuro também, e de presente, a asfixia de um eterno amor.

Na fuga dos desejos, não hã mais um motivo para sentir dor. Sensação que percorre a alma, saboreando raízes deixadas pelas palavras.

Raso, o tempo reaparece, que não é tão, assim, forte, puro, amigo.

Roupante.

Surtos do espaço campineiro, do campo a imensidão de razões nas vogais e consoantes.

O desvio da poesia é tornar-se morta quando seus frutos respingam solidão. São armas proferidas na doce boca preta, que se esconde deste mundo multidão.

Rafael Silvestre é jornalista com formação também em Letras. Desenvolve aulas de cidadania no extremo sul de São Paulo, no Grajaú.

A poesia nasceu em sua vida, a transformando completamente. Escreve todo sábado neste espaço. contato: rafael_jornalismo@hotmail.com

facebook.com/rafael.silvestre.71

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